Lya Luft - Agência de Palestrantes | Sandra Paschoal Palestras Lya Luft - Agência de Palestrantes | Sandra Paschoal Palestras

Lya Luft

lya-luft-foto-02“A vida é maravilhosa, mesmo quando dolorida. Eu gostaria que na correria da época atual a gente pudesse se permitir, criar, uma pequena ilha de contemplação, de autocontemplação, de onde se pudesse ver melhor todas as coisas: com mais generosidade, mais otimismo, mais respeito, mais silêncio, mais prazer. Mais senso da própria dignidade, não importando idade, dinheiro, cor, posição, crença. Não importando nada.”

Nascida em uma cidade de colonização alemã, Lya, aos onze anos, já recitava poemas de Goethe e Schiller. Formou-se em letras anglo-germânicas e, desde os vinte anos, trabalhou como tradutora de alemão e inglês. Também tem mestrados em literatura brasileira e lingüística aplicada. Desde sua juventude, Lya vive em Porto Alegre.

Em 1963, Lya, com vinte e um anos, casou-se com Celso Pedro Luft, um então irmão marista, dezenove anos mais velho do que ela. Eles se conheceram durante uma prova de vestibular. Ela e seu marido tiveram três filhos: Suzana (1965), André (1966) e Eduardo (1969).

Em 1985, Lya divorciou-se de seu primeiro marido para viver com o psicanalista e também escritor Hélio Pellegrino, falecido em 1988. Em 1992, Lya voltou a casar com Celso Luft, de quem ficou viúva em 1995.

Carreira literária

No início de seu casamento com Celso, Lya começou a escrever poemas, reunidos no livro Canções de limiar (1964). Em 1972, foi publicado seu segundo livro de poemas, intitulado Flauta doce. Quatro anos mais tarde, escreveu alguns contos e mandou-os para um editor da Nova Fronteira, que os considerou “publicáveis”. Em 1978, foi lançado seu primeiro livro de contos, Matéria do Cotidiano.

O mesmo editor da Nova Fronteira, Pedro Madureira, tinha aconselhado Lya a escrever romances. Daí surgiu As parceiras, publicado em 1980. A asa esquerda do anjo veio no ano posterior. Tais livros foram influenciados por uma visão de morte que a autora teve, depois de sofrer um acidente automobilístico quase fatal, em 1979.

O quarto fechado, publicado em 1984, foi lançado nos Estados Unidos da América sob o título The Island of the Dead. Em 1996, Lya lançou o premiado O Rio do meio, de ensaios, considerado a melhor obra de ficção do ano.

Em 2001, Luft recebeu o prêmio União Latina de melhor tradução técnica e científica, pela obra Lete: Arte e crítica do esquecimento, de Harald Weinrich.

Os livros de Lya Luft continuam a ser traduzidos para diversos idiomas, como alemão, inglês e italiano.

Bibliografia

  • Canções de limiar, 1964
  • Flauta doce, 1972
  • Matéria do cotidiano, 1978
  • As parceiras, 1980
  • A asa esquerda do anjo, 1981
  • Reunião de família, 1982
  • O quarto fechado, 1984
  • Mulher no palco, 1984
  • Exílio, 1987
  • O lado fatal, 1989
  • O rio do meio, 1996
  • Secreta mirada,1997
  • O ponto cego, 1999
  • Histórias do tempo, 2000
  • Mar de dentro, 2000
  • Perdas e ganhos, 2003
  • Histórias de bruxa boa, 2004
  • Pensar é transgredir, 2004
  • Para não dizer adeus, 2005
  • Em outras palavras, 2006
  • O silêncio dos amantes, 2008

 

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