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Hortência

Hortência Maria de Fátima Marcari (Potirendaba, 23 de setembro de 1959) foi uma das maiores jogadoras brasileiras de basquetebol de todos os tempos. A maior homenagem já recebida por ela foi o convite para fazer parte do Hall da Fama do basquetebol feminino no Naismith Memorial Basketball Hall of Fame, em 2002.
Hortência, até agosto de 2006, aparecia como a maior pontuadora da seleção com 936 marcados em 36 partidas (a segunda que mais atuou, superada apenas por Magic Paula), tendo a maior média de 26 pontos/partida. Já disputou cinco mundiais (um a menos que Paula).
• Campeã mundial na Austrália em 1994.
• Medalha de ouro no Pan-Americano de Havana em 1991.
• Medalha de Prata na Olimpíada de Atlanta em 1996.
• Recordista mundial com 121 pontos num só jogo em 1990.
Na década de 80 foi a atleta mais destacada do Brasil e da América do Sul em todos os esportes. Campeã mundial em1994, Sul-americana em 1978, 1981, 1986, 1989 e 1993, bronze do Pan-Americano em 1983 e outro em 1991. Em 1990 bateu o recorde de cestas numa só partida: 121 pontos. Um histórico invejável. É sinônimo de cesta, elegância e arte nas quadras. Ganhou o merecido apelido de Rainha das jogadoras americanas, as melhores do mundo, quando o Brasil conquistou a medalha de prata no Pan-Americano de Indianápolis. “Eu não pedi para ser chamada de Rainha, foi a capital do basquete mundial que me deu este título”, orgulha-se.
Seu primeiro time foi o São Caetano, ainda com 14 anos. Passou por inúmeros clubes e deu títulos a todos, entre eles o Higienópolis (Catanduva), Ponte Preta (Campinas), Leite Moça (Sorocaba) e ADC Minercal (Sorocaba). Foram incontáveis vitórias em 25 anos de basquete. As mais bonitas delas foram pela seleção brasileira, onde joga desde o início da carreira. Para Hortência, todas as medalhas que conquistou vestindo a camisa amarela foram importantes, mas algumas merecem destaque maior na memória da atleta, como a conquista do primeiro lugar no Pan-Americano de Havana em 1991. “Aquela imagem de Fidel colocando a medalha no meu pescoço é inesquecível, uma das situações mais emocionantes que já vivi como jogadora”, lembra. Naquela ocasião, o Brasil estreou contra os Estados Unidos, até então invictos em mais de 30 jogos oficiais mundiais. Hortência foi a cestinha da partida e acabou com o favoritismo das americanas.
Apelo
No Mundial da Austrália, em 1994, mostrou que era comandante absoluta do time brasileiro e levou outro título de campeã para casa. O talento de Hortência e sua soberania combinados com o excelente desempenho das outras jogadoras não deram chances para as chinesas na partida final. Vitória esmagadora. No mesmo dia fazia sua despedida do basquete, mas não por muito tempo ficaria longe das quadras. Em 1996, o apelo para que participasse dos Jogos Olímpicos de Atlanta foi tão forte que a Rainha não resistiu e voltou com toda a garra para conquistar a medalha de prata, a única do basquete feminino brasileiro.

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